sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Na madruga

A porta esta aberta

Mais não há visita

Não existe compania

Agora você vive tão sozinha


Pela janela não entra a brisa

Pois ela esta trancada, trancafiada

Perdida entre quatro paredes

Frias e esquecidas, ideias


O sono me vem e logo o esquecimento

Do dia passado, da futura oportunidade

Simplesmente acabado pelo desconhecido

Raptado e jogado ao leu sem destinatario




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