sábado, 21 de novembro de 2009

O Sono


E quando o dia termina

A fadiga é minha inimiga

Preso fico ao sem sono

Fico preso ao sem sentido


Eu me vejo invadido

Perdido e escondido

Em meu quarto com meus instintos

Entre quatro paredes tudo faz sentido


Deitado já a olhar o teto

Que me tras sono meio inserto

Olhos que se fecham

Sono com medo de ser esquecido

De ter se perdido e o dia amanhecido



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