domingo, 6 de janeiro de 2013

Acomodar

Da janela nua, sem lua
A rua perde o brilho, a luz
Da fileira nua e crua
Perde o sentido, esperar

Sei que me quer
Sei que da janela vê,
A face crua de um menino
A pele nua de medo

Não tenho endereço nem telefone
Mas a causa vai te procurar
Ou acaso você não gosta, de almejar?
Se não, só descanse


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