Todos têm princípios
e conceitos que necessitam ser cumpridos, para o bom funcionamento da nossa própria
realidade, porem temos o descontentamento ou talvez a grande benção de
encontrar pessoas que entram em desacordo com isso tudo. O que seria na
realidade um erro, o envolvimento com tal pessoa, porem de quem seria o erro,
seu por se envolver com quem te fere os princípios, ou dela por ser ferida por
seus princípios e não aceita em seu pensamento.
“Eu não tinha a intenção de te magoar,
Me desculpa se eu te fiz chorar.
Eu não quero te magoar,
Eu sou só um cara ciumento.”
Me desculpa se eu te fiz chorar.
Eu não quero te magoar,
Eu sou só um cara ciumento.”
Assim se da, a tal insegurança da entrega, mentido ao subconsciente
que tudo o que vai em desacordo com o que é vital pode dar certo, porem sem
mexer as peças, um xadrez é apenas um xadrez. Tentando camuflar o tal erro de
se sentir indigno, maximizamos o que esta na medida e minimizamos o que falta
aflorar, deixamos claro nossos sentimentos mais vis e subjugamos o simples e
corajoso.
“Eu me sentia inseguro,
Você poderia não me amar mais.
Eu estava despedaçando por dentro.”
Você poderia não me amar mais.
Eu estava despedaçando por dentro.”
Podemos, pois entender que, para um jogo ter inicio é
preciso mexer, movimentar, mudar, pensar, buscar, pois o que seria da rainha e
do rei se os peões não fossem corajosos e tolos o suficiente, pois dar a vida nesse
jogo é mais valioso que um tabuleiro, e se você não aceitar seu parceiro com seus
princípios e anseios, quem dirá conhecer seu inimigo com a sua tal indiferença,
entenda então, que nem eu nem você esta errado, apenas não estamos em acordo, e
sentar aqui te torna menos ciumenta pela minha liberdade de ti aceitar como
pensa.
“Eu sou ciumento,
ciumento,
ciumento.
Eu sou ciumento.” G.Degraw
ciumento,
ciumento.
Eu sou ciumento.” G.Degraw
(ouça enquanto lê)


0 comentários:
Postar um comentário